OS TEMPLOS DA FERTILIDADE
Os japoneses têm tido uma afinidade tão grande com o sexo através dos tempos que, provavelmente, têm o mesmo direito dos holandeses de chamar seus país de Países Baixos. Em priscas eras, o sexo no arquipélago japonês era considerado sagrado, e em muitas partes da zona rural templos fálicos ainda permanecem em testemunho dessa crença.
“No velho Japão, as pessoas acreditavam que o sexo era um meio de combater os maus espíritos e os desastres naturais”, diz um comentarista sobre religião, explicando a proliferação dos ícones fálicos por todo o país. Mas ele observa que, com o governo da era Meiji (1868-1912) tornando o xintoísmo a religião oficial do país, os provocantes tabernáculos começaram a desaparecer. Como resultado, Tóquio e as áreas próximas perderam quase todos seus templos fálicos.
Alguns fósseis fálicos ainda podem ser encontrados na capital e arredores. Um desses lugares é o distrito de Ebisu. Uma estátua de Ebisu, o Deus dos Comerciantes, está localizada ao lado da estação da Linha Yamanote, da JR (a RFFSA japonesa), e que leva seu nome. Quando vista de trás, a estátua aparentemente lembra algo semelhante a um grosso membro masculino. Há outros em Tóquio, também. Um pequeno templo localizado perto do lago Shinobazu de Ueno, no bairro Taito, hospeda um dos símbolos da fertilidade, uma peça feita de pedra que tem permanecido duro como rocha desde o século 17.
Para encontrar mais evidência da fascinação que o país teve certa vez pela genitália, basta fazer uma curta viagem para fora de Tóquio. Por exemplo, o Templo Wakamiya Hachimangu, de Kawasaki, onde uma bigorna feita de aço e no formato de pênis recepcionam aqueles que procuram por um destino mais fértil.
Depois, há o Templo Meotogi ao norte de Kofu, na província de Yamanashi. Embora não devotado aos falos, como a maioria dos outros templos da fertilidade são, uma árvore de séculos de idade no chão do templo serve para o mesmo propósito de dar testemunho ao passado obcecado por sexo do Japão. E dar é talvez a palavra certa a ser usada para a famosa árvore do Templo Meotogi, uma vez que seu tronco lembra uma certa parte da anatomia feminina, o portão para a vida.
Para intensificar ainda mais a imagem, dizem que a parte de trás da árvore também se parece com o traseiro de uma mulher. Os fiéis que visitam o Templo Meotogi são encorajados a acariciar a árvore e a bater palmas tão perto quanto possível da abertura do tronco enquanto rezam aos deuses, possivelmente em imitação à procriação. Entre as notáveis lembrancinhas do Templo Meotogi estão os mimisouji (limpadores de ouvido feitos de bambu). Dizem que o simbolismo por trás do ato de enfiar o alongado limpador no orifício do ouvido provavelmente tem algo a ver com o ato que, em primeiro lugar, tornou o templo famoso.
“No velho Japão, as pessoas acreditavam que o sexo era um meio de combater os maus espíritos e os desastres naturais”, diz um comentarista sobre religião, explicando a proliferação dos ícones fálicos por todo o país. Mas ele observa que, com o governo da era Meiji (1868-1912) tornando o xintoísmo a religião oficial do país, os provocantes tabernáculos começaram a desaparecer. Como resultado, Tóquio e as áreas próximas perderam quase todos seus templos fálicos.
Alguns fósseis fálicos ainda podem ser encontrados na capital e arredores. Um desses lugares é o distrito de Ebisu. Uma estátua de Ebisu, o Deus dos Comerciantes, está localizada ao lado da estação da Linha Yamanote, da JR (a RFFSA japonesa), e que leva seu nome. Quando vista de trás, a estátua aparentemente lembra algo semelhante a um grosso membro masculino. Há outros em Tóquio, também. Um pequeno templo localizado perto do lago Shinobazu de Ueno, no bairro Taito, hospeda um dos símbolos da fertilidade, uma peça feita de pedra que tem permanecido duro como rocha desde o século 17.
Para encontrar mais evidência da fascinação que o país teve certa vez pela genitália, basta fazer uma curta viagem para fora de Tóquio. Por exemplo, o Templo Wakamiya Hachimangu, de Kawasaki, onde uma bigorna feita de aço e no formato de pênis recepcionam aqueles que procuram por um destino mais fértil.
Depois, há o Templo Meotogi ao norte de Kofu, na província de Yamanashi. Embora não devotado aos falos, como a maioria dos outros templos da fertilidade são, uma árvore de séculos de idade no chão do templo serve para o mesmo propósito de dar testemunho ao passado obcecado por sexo do Japão. E dar é talvez a palavra certa a ser usada para a famosa árvore do Templo Meotogi, uma vez que seu tronco lembra uma certa parte da anatomia feminina, o portão para a vida.
Para intensificar ainda mais a imagem, dizem que a parte de trás da árvore também se parece com o traseiro de uma mulher. Os fiéis que visitam o Templo Meotogi são encorajados a acariciar a árvore e a bater palmas tão perto quanto possível da abertura do tronco enquanto rezam aos deuses, possivelmente em imitação à procriação. Entre as notáveis lembrancinhas do Templo Meotogi estão os mimisouji (limpadores de ouvido feitos de bambu). Dizem que o simbolismo por trás do ato de enfiar o alongado limpador no orifício do ouvido provavelmente tem algo a ver com o ato que, em primeiro lugar, tornou o templo famoso.

1 Comments:
huahuhuah! no mínimo engraçado meu amigo.
Bye,
Renato
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